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Alguma vez na sua vida, nas situações em que você não conseguiu ser aquilo que as pessoas ao seu redor esperavam de você, magoadas com você, ouviu com muita insatisfação a definição: 
 
“Você é um mal-amado!”
 
Gostaria através deste texto trabalhar com você essa falsa definição já dizendo com muita propriedade que existe outra vertente.
 
Se olharmos pela ótica humana, podemos sim concordar que as vezes somos pessoas muito mal-amadas uns pelos outros pelo fato de que o amor que nossa humanidade pode oferecer por si só, é em algumas situações muito medíocre e interesseiro.
 
Somos capazes de amar, porém, se ainda não entendemos o que diz São João em sua primeira carta no capitulo 4, 8 (Quem não ama não conhece a Deus, já que Deus é amor) não poderemos concluir que oferecemos um amor genuíno e verdadeiro.
 
A palavra medíocre vem daquilo que não passa da média, que é limitado ao básico, que se conforma com o pouco. E muitas vezes é este amor que oferecemos. Por isso podemos dizer que amamos muito mal uns aos outros, logo somos sim mal-amados.
 
No entanto, o que quero mostrar para você é que mesmo com toda esta distorção do amor, com toda a nossa dificuldade de amar e de nos aperfeiçoar nisso, não seremos nunca mal-amados.
 
Olhemos agora pela ótica divina, pela ótica do amor de Deus por nós. Somos amados gratuitamente por um Deus imenso e tão poderoso. Um amor tão grande que se personificou na pessoa de Jesus Cristo e para que fossem perdoados os nossos pecados, para nos tornar filhos dignos de participar da herança do céu. Ele permitiu o Sangue de Seu Filho único fosse derramado em uma Cruz por amor a mim e a você.
 
Portanto irmãos, nunca tome posse desta definição de que você é um (a) mal-amado (a). Somos extremamente amados por um Deus que é Senhor dos senhores e Rei dos reis, o único problema é que somos péssimos “amantes”, ainda não sabemos amar como o Senhor espera de nós.
 
Carolina Fonseca de Maria
Membro de II Vínculo
Comunidade Mãe do Homem Novo